Aposto que vocês já ouviram aquela questionável afirmação: “vinho quanto mais velho, melhor!”
Será?
O certo é que o vinho passa por vários estágios de evolução, assim como o ser humano: infância, juventude e velhice.
O ideal é que seja aberto no auge da maturidade, quando atinge um equilíbrio perfeito, pois os taninos tornam-se arredondados e o buquê de aromas adquiridos com o tempo torna-se mais evidente e agradável.
Não há um tempo de vida predeterminado que abarque todos os vinhos.
Cada um tem seu ponto de maturidade, assim como a personalidade e características próprias.
Geralmente, vinhos mais baratos chegam ao mercado prontos para serem consumidos.
Vinhos caros, de produtores renomados e grandes safras, por sua vez, costumam agüentar um tempo maior de guarda.
Esteja atento ao comprar vinhos brancos; dê preferência aos mais jovens e que apresentem cor clara e transparente.
Os rótulos comuns e comerciais não costumam passar de três anos e mesmo assim se bem acondicionados.
Os tintos comuns devem ser consumidos em até cinco anos, aproximadamente. É importante salientar que em se tratando de vinhos, quanto mais elaborados, mais longevos.
Está curioso? Quer saber mais?
Aguarde-nos! Continuaremos na próxima semana (ou post)
Abraço!
SÔNIA ALMEIDA
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December 31st, 2009 at 11:32 pm
e os frisantes? tem alguma maturaçao para ele?
January 12th, 2010 at 6:03 pm
[...] Continuando as dicas da PARTE 1 (Clique Aqui) [...]
January 15th, 2010 at 2:59 am
Salve,
Ótimo post, mas com a garrafa na mão. Como saber se este vinho tem predisposição a guarda?
Obrigado,
Hélio Ricardo